V Encontro de Leig@s de Carismas

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No dia 01 de setembro de 2018, no Memorial Marista, em Curitiba, aconteceu o V Encontro de leigos e leigas, religiosos e religiosas da CRB PR, com o lema: “Vivência dos carismas para uma Igreja em saída”; e o tema: “Sal da terra e luz do mundo” (Mt 5, 13-16). Estavam presentes 97 pessoas de 25 congregações; Dom Amilton Manoel da Silva, bispo auxiliar de Curitiba; os presidentes da CRB, Irmão Pedrinho, e da CNLB PR, Marlon.

A abertura do evento foi feita por Dom Amilton, que ressaltou sobre a ação do Espírito Santo como protagonista da missão, que sopra onde quer e não pode ser aprisionado. Apresentou os fundadores das Congregações como pérolas para o mundo salvífico, como verdadeiros seguidores de Cristo. Por isso cabe a nós o papel de divulgá-los, viver e testemunhar os carismas arrebatados pelo Espírito Santo.Eis a espiritualidade proposta a cada um no dia a dia, onde atua-se e onde precisa se fazer presença a família carismática.

 Em seguida, Padre Pedro intensificou a ação do Espírito Santo acolhendo e dando as boas-vindas. O momento orante com Nossa Senhora do Pentecostes deu continuidade ao encontro.

Iniciou-se o primeiro tema, “Espiritualidade numa Igreja em saída”, com o leigo Inaciano, filósofo, Orientador para formação cristã no Colégio Nossa Senhora Medianeira, Matheus G. Cedric. Ele enfatizou que “É na comunidade que se reconhece e realiza-se o carisma.” É na comunidade que se abre, acolhe e também acompanha o crescimento da espiritualidade leiga vivida pelos congregados. Está bem orientada a aceitar o “novo”; o Espírito  da Igreja que ouvem atentos, prontos para aceitar a diversidade nos desafios advindos da transformação do mundo.

Ser leigo é ser presença amorosa de concretude na ação, pois tudo o que se faz no cotidiano nos leva a “ressurreição” a santidade hodierna. A espiritualidade deve ser vivida todos os dias, com orações, meditações, exercícios espirituais e missa diária.

Depois de saborear um almoço fraterno José Leite, leigo Josefino Marelliano, pedagogo, teólogo, diretor do Colégio São José de Apucarana apresentou a Missão do Leigo em 3 momentos comparando a missão a uma viagem. No primeiro momento: revisão do carro. Vive-se a Era do Espírito Santo impulsionados por Ele que norteia o trajeto. Urge viver intensamente o anúncio do carisma como fez o Apóstolo Paulo, após conhecer Jesus.

Slide8Colocar-se a serviço como Jesus se pôs a lavar os pés, sendo canal de graça para uma Igreja florida dos diversos carismas, caminhos variados de seguimento do Amor de Cristo.

Segundo momento: combustível. Cada congregação é como se fosse os olhos do outro na alegria e a gratidão de servir a Deus. Doação significa também gratidão. “O amor de Deus por nós nos alimenta e é escandaloso e fiel.”

Terceiro momento: a viagem – encontro com pessoas. Na passagem do bom samaritano, quando o leigo ao invés de servir e atender ao necessitado, vira as costas para Deus (no outro), corre o risco de machucar-se. O papel do missionário é agir como samaritano percorrendo junto o caminho ao dar socorro. Em Genesis 19,17, a proposta do Senhor é não olhar para trás (passado), não parar na planície (falta de comprometimento) e subir a montanha (ir ao encontro de Deus) levando consigo seus semelhantes.

Ele encerra esse momento com as palavras do Papa Francisco, que convoca todos os católicos a sair da zona de conforto (espiritualidade forte) e envolver-se para acompanhar, frutificar e testemunhar, sendo enviados de Cristo, seguidores de Seu Evangelho e anunciadores de Seu Amor.

Para um momento intenso de partilha, os presentes participaram de três oficinas de trinta minutos cada em locais especiais para cada tema. Os temas foram: espiritualidade, fraternidade e missão.

Enriquecidos com o testemunho carismático, todos saíram entusiasmados e comprometidos de repassar essa experiência como agentes transformadores da sociedade.

Encerrou-se com uma celebração presidida pelo Padre Valdecir, Palotino, assessor espiritual da CNLB PR que acompanhou o encontro dede o início.

Este encontro serviu para nutrir as famílias carismáticas e plantar um vínculo na terra fértil do mesmo Pai numa Igreja missionária onde Deus manifesta seu amor entre os fracos do mundo: “O que para o mundo é fraqueza, Deus o escolheu para envergonhar o que é forte “ (ICor, 1,27b).

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