Nossa Missão no Brasil

Por uma igreja pobre, missionária e pascal

Comprometida com a libertação do homem todo e de todos os homens
(Documento de Medellín, Juventude, 15a)

alfiero-curitiba-2018-2.jpg

Conforti e a modernidade

  • Alfiero Claudio Ceresoli
0
0
0
s2smodern
0
0
0
s2smodern
powered by social2s

São Guido e os meios de comunicação em seu tempo

Apresentação e introdução ao tema

Todos ou quase todos me conhecem, mas não custa lembrar que sou Alfiero Cláudio Ceresoli s.x., consagrado a Deus para a missão, ou como costumava São Guido diretamente, “consagrado à missão” na família dos missionários xaverianos.

Devo a minha vocação, entre outros, ao grupo missionário juvenil e a dois missionários da nossa paróquia pelos quais inventávamos eventos para arrecadar dinheiro em favor deles: Norberto Fasolini dos Passionistas que trabalhou e morreu in Africa e Frei Cesário Alexandre Minali OFM cap. que trabalhava no Alto Solimões e daquela prelazia foi bispo com sede em Carolina nos anos 1955-1958.

É da minha comunidade paroquial, São Sisto II em Colognola (Bergamo, Itália) também dom Giuliano Frigeni PIME, bispo de Parintins (AM)

Graças a Deus de minha comunidade paroquial nasceram muitas vocações missionarias, só para os xaverianos: Ettore Fasolini, Lino Maggioni, Giacomo Milani.... 

Estava refletindo sobre o tema quando (24 / 04 / 2018) encontrei um texto do Papa Francisco. Parece-me a fotografia de São Guido: a foto de um cristão apresentada e auspicada por Francisco, e seu contrário, a figura que o Papa assinala como negativa. O Papa apresenta as atitudes positivas e negativas frente às novidades, aponta a abertura necessária em tudo o que poderia ser importante para a evangelização. Parece-me interessante esta introdução, pois a relação de São Guido Maria com os meios de comunicação, novidade em seu tempo, é somente uma pedrinha no mosaico de sua atitude para com todas as realidades.

Papa Francisco fala em “imobilismo”, “rigidez”...

É típico do imobilismo, da rigidez, do “sempre se fez assim” que nos torna presos das ideias, das resistências ideológicas a qualquer mudança sugerida pelo Espírito.

Francisco está meditando a página dos Atos dos Apóstolos em que os discípulos precisaram iniciar o diálogo entre eles e pessoas que eram de outra cultura, outro povo, outra língua, outra filosofia...

O diálogo entre eles e pessoas que não eram do seu próprio populo, gente de outra cultura, de outro pensamento, de outra filosofia, uma outra língua, mas eles foram para frente.

Mas eles foram para frente apesar de se sentir abalados... Inquietos:

Ficaram um tanto inquietos.

O Papa continua

Nós sabemos que Deus é o Senhor das novidades e sempre vem ao nosso encontro com algo de novo, nunca se repete, nunca. É original em si mesmo.

(Noi sappiamo che Dio è il Signore delle novità e sempre ci viene incontro con qualcosa di nuovo, mai si ripete, mai. È originale in sé stesso).

Nós, porém, diz o Papa, temos instintivamente atitudes

de resistência à novidade, de resistência às mudanças... uma primeira resistência, mas aberta: é normal, isso é normal segundo Deus.

(di resistenza alla novità, di resistenza ai cambiamenti... una prima resistenza, ma aperta: è normale questo, è normale secondo Dio).

Porém, insiste o Papa, não podemos imitar certos doutores da lei

Incapazes de sair daquele mundo fechado, são encarcerados pelas ideias. Receberam uma lei que era vida, mas a “destilaram”, a transformaram em ideologia e assim giram e giram e tornando-se incapazes de sair. Qualquer novidade para eles é uma ameaça. 

Esta é a ortodoxia desta gente que fecha o coração às novidades de Deus, ao Espírito.

(incapaci di uscire da quel mondo chiuso, sono prigionieri delle idee. Hanno ricevuto la legge che era vita ma l’hanno “distillata”, l’hanno trasformata in ideologia e così girano, girano e sono incapaci di uscire e qualsiasi novità per loro è una minaccia. Questa è la ortodossia di questa gente che chiude il cuore alle novità di Dio, allo Spirito Santo).

Papa Francisco prova sua tese lembrando a experiência de Pedro e o “escândalo” que fizeram os discípulos de Jerusalém. De fato, acolhendo os pagãos sem passar pelos ritos de iniciação hebraica aceitaram

Algo que era mais de uma revolução, uma mudança forte: ao centro estava o Espírito Santo, non eles: e Espírito não a lei.

(una cosa che era più di una rivoluzione, un cambiamento forte: al centro c’era lo Spirito Santo, non loro; lo Spirito Santo, non la legge).

E confessa:

Esta resistência é difícil a ser curada... Esta gente não sabe discernir os sinais dos tempos. Querem uma Igreja, isso e que queriam, uma sinagoga, uma Igreja fechada, rígida, não aberta às novidades de Deus.

(Questa resistenza è tanto difficile da guarire... Questa gente non sa discernere i segni dei tempi. Vogliono una Chiesa, volevano questo, una sinagoga, una Chiesa chiusa rigida, non aperta alle novità di Dio.)

Nós, ao contrário, devemos ser

Livres, com a liberdade dos filhos de Deus: se aquela primeira resistência a uma novidade, é humana, nem sequer é negativa, deve, porém, ser esclarecida no discernimento, na oração, mas depois deve ser assumida e tocar para frente.

A Igreja é uma Igreja em movimento, uma Igreja que vai além de si mesma. (por isso) não era um grupo fechado de eleitos, mas uma Igreja Missionária: aliás, o equilíbrio da Igreja, por assim dizer, se encontra na mobilidade, na fidelidade ao Espírito Santo... Pregar Jesus Cristo aos pagãos é uma novidade e não entrava na cabeça do povo de Deus.

(liberi, con la libertà dei figli di Dio: se quella prima resistenza, che è una cosa umana anche, non è cattiva ma ha questa novità, va chiarita nel discernimento, nella preghiera e poi è assunta e vuole andare avanti

la Chiesa era una Chiesa in movimento, una Chiesa che andava oltre se stessa». Così «non era un gruppo chiuso di eletti ma una Chiesa missionaria: anzi, l’equilibrio della Chiesa, per così dire, è proprio nella mobilità, nella fedeltà allo Spirito Santo... Predicare Gesù Cristo ai pagani è una novità e non entrava nella testa del popolo di Dio.)  

Esta é a fotografia de São Guido Maria Conforti: Livre, com a liberdade dos filhos de Deus... Com a coragem de tocar para frente... Construindo uma Igreja que vai além de si mesma... Uma Igreja missionária...

Papa Francisco, sempre na mesma homilia, quase brincando compara a Igreja a uma bicicleta: ou pedala e caminha ou cai![1]

As resistências na vida de São Guido 

É simpático iniciar exatamente pela bicicleta. Quando bispo dom Guido Maria é obrigado pela maioria dos bispos da Emília a escrever uma carta em que pede aos sacerdotes de não utilizar a bicicleta como meio de transporte, mas escreve non propriamente uma sua carta, mas numa nota sobre as “deliberações da conferência regional emiliana”. Faz questão de acrescentar: “Pel momento, si giudica inopportuno (l’utilizzo della bicicletta) e quindi viene interdetto. A taluno forse costerà sacrifizio rinunziare all’uso di un veicolo che presenta, non si può negare, tanti vantaggi”[2].

De fato, entre os presentes oferecidos aos missionários de saída para a China sempre cabia uma bicicleta.

Notamos que já seminarista andava correndo de bicicleta. Ao amigo Venturini escreve (04 / 10 / 86) que não pode voltar ao seminário no dia previsto por estar acamado com “cocente febre e forte avversione al petto”. Qual poderia ser a causa ainda não o sabe, porém “certo non può essere quella che tu ne alleghi: la nostra passeggiata in velocipide a due ruote”[3].

Permitam-me uma curiosidade, não inútil. Quando frequentei a primeira teologia no seminário de Bergamo no ano 60/61 ainda tinha a regra que motoca e bicicleta... “Nec traere, nec trai”.    

Repito que não se trata de uma atitude frente a algumas situações.

Para conseguir comunicar aquilo que senti na leitura e familiaridade com os escritos confortianos tomo licença de utilizar dois conceitos de Papa Francisco: programa e paradigma ou, com referência a Romanos 12,1-2: “performa”. O programa é um conjunto de atividade previsto para alcançar um objetivo. Trocou o objetivo ou trocou a situação, troca o programa. O paradigma é uma “forma mentis”, é uma “forma vitae” que te acompanha sempre, uma “lógica” que você aplica a todos os acontecimentos da vida. Para Conforti não se tratava de um programa em relação aos meios de comunicação, mas um paradigma, uma “performa” que acompanhava seu estilo de vida, sua espiritualidade, seu modo de viver a vida e vocação missionária. A abertura, a disponibilidade às novidades era para ele o “paradigma” ou a “forma mentis”. São Guido acredita que “o Senhor quer servir-se de nós como seres vivos, livres e criativos

Acredito que o programa carismático frente ao qual São Guido Maria Conforti encontrou maiores resistências foi a inspiração de doar às Igrejas locais uma comunidade de missionários consagrados, ou seja, batizados cuja missão fosse vivida e realizada com votos, “se considerando vítima voluntária para a conversão dos infiéis”. Na linguagem e na teologia da vida consagrada de seu tempo: Missionários religiosos.

Uma novidade, pois, segundo as pesquisas de pe. Ballarin, somente outras duas entre os Institutos Missionários fundados do seu século tinham esta caraterística[4]. A proposta de pe. Guido, recém ordenado sacerdote, era “algo de novo” para o bispo, dom Giovanni Andrea Miotti, que lhe pedia, para entrar na normalidade, uma congregação para os meninos de Parma. A ideia de pôr “conjuntas” missão e consagração, também, era “novidade” e ao Bispo de Parma, dom Francesco Magani, parecia longe da cultura e do pensamento de seu tempo. Este bispo, porém, aceitou de transformar o seminário Emiliano in congregação religiosa “assecondando le vive istanze del fondatore” (aceitando os insistentes pedidos do fundador)[5].

As constituições por ele apresentadas em 1916 (a primeira vez foi no 1905) “si allontanano moltissimo dalle Norme e per aprovarle occorrerebbero non uma, ma molte e gravi eccezioni - anzi direi che non é possibile approvarle con i criteri delle Norme – Sará tutta una eccezione[6]. Assim escreveram os Juristas romanos.

Isso mesmo. Seu paradigma era a novidade do Espírito e não cabia nas “normas”; sua “performa” era sugerida pelo diálogo com o Crucificado o qual entre as muitas coisas que lhe falava não tinha falado “faça come sempre foi feito”. O Jovem Fundador seguia aquele Mestre que não cansa de fazer “eccezioni”, Jesus Cristo que

pode romper também os esquemas enfadonhos em que pretendemos aprisioná-Lo, e surpreende-nos com a sua constante criatividade divina. Sempre que procuramos voltar à fonte e recuperar o frescor original do Evangelho, despontam novas estradas, métodos criativos, outras formas de expressão, sinais mais eloquentes, palavras cheias de renovado significado para o mundo atual. Na realidade, toda a ação evangelizadora autêntica é sempre «nova»[7].

Será necessário esperar mais cinco anos para ter a aprovação desse seu projeto. O cardeal Domenico Serafini quando pediu ao Fundador de tirar os votos das constituições, estava pedindo de recolocar a congregação numa Igreja “sinagoga, uma Igreja fechada, rígida, não aberta às novidades de Deus”. Sem os votos, o Santo Fundador teria reconduzido sua fundação dentro das normas e voltado à “ortodoxia desta gente que fecha o coração às novidades de Deus, ao Espírito”.

Silvestro Volta comenta: “Chi puó capire la forza di resistenza di questi 25 anni?”[8]

São Guido Maria não permitiu

que as dúvidas e os medos sufoquem toda a ousadia, é possível que, em vez de sermos criativos, nos deixemos simplesmente ficar cómodos sem provocar qualquer avanço e, neste caso, não seremos participantes dos processos históricos com a nossa cooperação, mas simplesmente espectadores duma estagnação estéril da Igreja[9].

Poderíamos propor mil outros exemplos em que São Guido Maria Conforti, com elegância, delicadeza e doçura, soube seguir a voz de sua inspiração com liberdade, aberto às novidades: a renúncia a Ravenna, o envio de missionários na China com passaporte italiano, a construção do seminário com projeto elegante que educasse também através da beleza, a acolhida festiva da novidade teológica de que era possível a salvação mesmo para os não batizados ...

Podemos compreender agora como foi normal para ele acolher as novidades dos meios de comunicação: era seu paradigma era a “performa” em toda sua vida.

Agora só exemplificar.

Na Diocese

Sabemos que foi o primeiro na Itália a organizar um congresso catequético (4 – 6 de junho de 1913) e uma semana de estudos sobre o mesmo tema (10 – 15 de novembro de 1913). Destes eventos nasceu a escola de preparação para catequistas (primeira formatura 1916). Impressiona a insistência que nestas oportunidades retorna sobre a necessidade de seguir os “grandes progressos na pedagogia e na didática”, e de adotar os “diferentes métodos modernos”, a urgência de acompanhar os “grandes progressos na Pedagogia e ne Didática baseados na Psicologia infantil”. Os seminaristas e os sacerdotes devem ser preparados para ensinar “o Catecismo com preparação, ordem e modernidade de método” inclusive lamentando como em sua diocese os sacerdotes “não pecam certamente por abundância de modernidade”.

Ninguém pode afirmar que São Guido Maria Conforti tivesse medo das novidades e da modernidade! É simpático notar como ele, mesmo falando continuamente em modernidade, nunca fosse acusado de modernismo como, ad exemplo, Cardeal Andrea Ferrari e Ângelo Giuseppe Roncalli, quando secretário do bispo de Bergamo...

O Bispo Conforti concretizava suas teorias com disposições práticas recomendando, ad exemplo, que as salas de catequese não tivessem “desconfortáveis bancos”. Pedia o utilizo dos meios que eram novidade naqueles anos. Duas passagens.

 E quando digo ‘escola’, desejo que se entenda tal palavra em seu significado estrito e ordinário, isto é, ambientes, antes de tudo, destinados a esse fim, com todos os móveis necessários: cadeira do professor, bancos, quadro negro, murais com figuras para a aplicação do sistema objetivo e indutivo, e tudo quanto for exigido para o ensino[10].

“Há algum tempo foi introduzido o louvável costume de acompanhar as instruções catequéticas com projeções luminosas para ilustrar a História Sagrada, os fatos Evangélicos, o Dogma católico. A novidade deu certo e encontrou a satisfação de todo mundo. Pois bem, eu acrescento minha aprovação à de tantos bispos ilustres, fazendo votos de que também em minha Diocese surjam, nos diferentes centros, uniões locais para providenciar tudo quanto for preciso para tais projeções, e acrescento ainda, que essas uniões federadas se ajudem reciprocamente, para tornar mais fácil a tarefa de instruir de maneira agradável[11]

Já no mês de dezembro de 1909, o bispo Conforti aprova o fechamento da Igreja de Santa Apolônia em Parma, colocando, entre as razões, o fato de que “será usada para o ensino do Catecismo, com projeções luminosas[12]. Imagina as críticas dos devotos!!!

Mais. “Seria desejável que cada classe de Doutrina Cristã tivesse, como complemento, a escola de canto, com o respectivo programa a ser desenvolvido[13]

 Na comunidade missionária xaveriana

“De vês em quanto, em nossa casa com um projetor cinematográfico rudimentar, mas a norma, cinematografo (35 mm) se projetavam filmes mudos, não tinha outros”. Assim inicia seu testemunho em Pamplona (1980) pe. Lorenzo Fontana. Estamos nos anos 1915-1924, ano em que pe. Fontana, aos 16 de novembro, partiu para China.

Para perceber a aceitação das novidades, coerentemente com espiritualidade xaveriana segundo São Guido Maria, é útil lembrar que os irmãos August e Luis Lumière lançaram o cinema no ano 1895 e o sonoro conseguiu a ser utilizado em 1927. Justamente pe. Lourenço recorda que os filmes eram mudos. Era mudo o filme “O garoto de Charlot” de Charlie Chaplin de 1921.

Era exatamente neste tempo quando o estudante de teologia Lorenzo Fontana teve a iluminação de querer realizar um filme. Vamos ao seu testemunho:

“Um bel giorno mi frullò in testa un’idea (ero in teologia): “E se facessimo anche noi del cinema?”. Mi presentai una sera a p. Bonardi per la proposta.

“Ma che cosa dici?Non sai quanto costa la macchina, la pellicola?  Eppoi, che cinema vuoi fare?”

Mah! – risposi – non so; qualcosa di missionário”.

Uma parada para refletir.

Deveria ter existido um ambiente bem familiar e bem sereno, uma casa e uma metodologia educativa bem aberta se periodicamente passavam filmes (estamos em 1920!) e se um estudante tem a criatividade de imaginar de fazer filmes tendo também a serenidade de expor a ideia ao seu superior. Ainda mais que não tinha projetos concretos e definido... “Algo de missionário”

           

Continua Fontana.

            “Costa troppo, costa troppo! Va a dormire”

            “Andai a dormire e non ci pensai più. Passarono alcuni mesi ed una sera P. Bonardi mi chiamó e mi conegnó una scatola; era una cinepresa a 35 mm.

            “Toh! E adesso arrangiati” mi disse.

            “Toma, agora se vire!”

Nasceu assim o primeiro filme missionário: “Il Nido degli Aquilotti”. Primeiro em absoluto.

Em seguida “Fiamme” (1928) e Africa Nostra (1931).

Certamente pe. Bonardi deve ter interpelado o Fundador.

Penso seja o suficiente para projetar na figura de São Guido Maria Conforti a luz de uma abertura e de uma disponibilidade a acolher o novo que dificilmente se encontra na história da Igreja. Até Francisco! Dom Guido Maria certamente acolheria com entusiasmo as propostas de Francisco, papa: Igreja que vai além de si mesma, em movimento, em mobilidade; uma comunidade cristã que nunca fala “sempre se fez assim”. Não aceitaria uma diocese ou uma congregação que quer tudo resolvido ao propor e ao planejar... E assim nunca parte!

Não é fantasia, é pura verdade: escuto são Guido Maria Conforti, arcebispo, bispo de Parma e Fundador dos Missionários xaverianos repetir em coro com Francisco:

Convido todos a serem ousados e criativos nesta tarefa de repensar os objetivos, as estruturas, o estilo e os métodos evangelizadores das respectivas comunidades[14].

           

            Nossa família missionária nos últimos capítulos gerais e regionais proclamou estas palavras: “dinamismo e criatividade”, “coragem e audácia”... Estão no papel! Parece porém que, com a iniciativa que, graças a Deus, estamos vivendo, estejam saindo do papel para fazer de nossa família missionária um navio que “spiega coraggiosamente le vele, abandonando le certezze del porto amico per salpare con la  fiducia nella presenza del Crocofisso-Risorto, il quale continua a ripeterle: ‘Duc in Altum’ (Lc 5,4)[15]

Obrigado.

 

[1] Meditação do dia 24 / 04 / 2018

[2] 1909, 24 agosto. FCT n. 16, 1996, p. 437 (Beatificazione di Guido Maria Conforti e inizio sua azione in Parma)

[3] Carta a Giuseppe Venturini 4 / 10 / 86.

[4] Lino Ballarin, TUTTO PER LA MISSIONE, 1981, Bologna, EMI, p. 111

[5] São Guido Maria Conforti “Cenni storici” em Vita Nostra a II – 1919 pp. 39.

[6] M. Serafini, APPUNTI SULLE COSTITUZIONI DELL’ISTITUTO DI S. FRANCESCO SAVERIO PER LE MISSIONI ESTERE, manoscritto arquivio della congregazione per la evangelizzazione dei popoli, 8-339/17

[7] EG 11

[8] Silvestro Volta: VITA DI GUIDO MARIA CONFORTI, CSAM, Brescia, 2015. 25 anos desde quando Conforti tinha iniciado a elaborar as constituições. Agora aprovadas, finalmente. Continua Volta: “Sono tanti 25 anni! Egli poteva ora veder bem chiaro che era volontà di Dio la sua Istituzione, ma per la strada, quanto trascicare”

[9] EG 129

[10] 1914, 14 de janeiro, Parma - Carta ao Clero “Instrução religiosa da juventude”; FCT 22, 46.

[11] 1909, 11 de fevereiro, Parma – carta pastoral “o ensino religioso”; FCT 16, 423.

[12] Parma, decreto de 14 de dezembro de 1909; FCT 16, 448.

[13] 1924. 10 de fevereiro, Parma - Discurso “Movimento litúrgico e música sacra”; FCT 27, 272.

[14] EG 33

[15] XVI Capitulo Geral 14

Missionários Xaverianos no Brasil
Copyright ©2018