UN TREPPIEDE ESPERIENZIALE: PRIMI PASSI DEI 50 GIORNI

  • Crispin Luhinzo Mugalihya

A Igreja incentiva e apoia fortemente a formação permanente do clero quando ela afirma: “por esse motivo, é necessário que todo sacerdote se sente um discípulo a caminho, constantemente necessitando de uma formação integral intensa entendida como contínua configuração ao Cristo” (Congregação para o clero, O dom da vocação presbiteral, Ratio Fundamentalis Institutionalis Sacerdotalis, no 3, Roma, 2016). De fato, concluindo a primeira parte de nossa caminhada, vale apena lembrar os focos dessa experiência à Parma.

  1. O estudo da língua italiana. Nunca acabaremos de aprender e descobrirmos coisas novas. “Quem quer pode”, dizem os sábios. Estudar a língua não era simplesmente experiência de aprender a comunicação básica (falar, escrever, ler, ouvir, saborear o idioma, etc.) mas também era oportunidade de uma integração em nova cultura. Obviamente temos adquirido a linguagem formal, isto é, a linguagem de “livros”, no contexto sacerdotal e eclesiástico; agora precisamos adquirir a linguagem informal, ou seja, a linguagem popular para poder nos relacionar melhor como o povo simples. Pena que não houve espaço para aprender a fonética que eu considero como aspecto fundamental na a articulação da linguagem verbal.
  1. A Fraternidade e vida comunitária. O contato com os idosos e doentes do 4ª andar me fez muito refletir sobre o mistério de nossa vida e sua finitude. Os idosos são sinais vivos de fidelidade à própria vocação e à “sequela xaveriana”. Incrível, quando percebe-se alguém debilitado puxando a cadeira de roda do outro. Humildade e disponibilidade ao serviço. Na impossibilidade, busca-se fazer o possível. Impressionante igualmente ver a disposição em servir à mesa, a dialogar com paciência dando força na aprendizagem de língua, sem esquecer a espontaneidade em lavar louça.
  1. A espiritualidade Xaveriana –a cura do Padre Hermano Ferro- nos ajudou a descobrir e a tocar a realidade visitando os lugares marcantes da vida de São Guido: Cassarola, casa de nascimento (dia 24/08), Ravena Catedral – e museu arcebispal (dia 10/08), Parma-Catedral (dia 18/08), Fontanelato (dia 31/08). Sem esquecer a história da casa mãe, as artes e ícones do Santuário Conforti e principalmente os espaços confortianos (sala azul, capela dos mártires, etc.) A espiritualidade perpassa a beleza da vida e se realiza pela experiência que faz o coração pulsar no horizonte de ”buscar, ver, amar” e testemunhar a alegria da missão além-fronteiras. Continuamos agora a Taverneiro em vista de avivamento humano, espiritual e missionário.