Juntamente com os jovens, levemos o Evangelho a todos

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Mensagem do Papa para o Dia Mundial das Missões, 21 de outubro de 2018

Em virtude do Sínodo dos  Jovens, que  acontece no mês de outubro deste ano, foi divulgado em 19  de maio a mensagem do Papa para o Dia  Mundial das Missões dirigindo-se à juventude e a todo o povo de Deus. “O que me impulsiona a falar para todos, em diálogo convosco, é a certeza de que a fé cristã permanece sempre jovem quando se abre à missão que Cristo nos confia”.

“Todo homem e toda mulher é uma missão e essa é a razão pela qual se vive na terra. Ser atraído e ser enviado são os dois movimentos que o nosso coração, sobretudo quando se é jovem em idade, sente como forças interiores do amor que prometem futuro e impelem a nossa existência para frente. Ninguém como os jovens sente o quanto a vida surpreende e atrai”. “Conheço bem as luzes e as sombras de ser jovem e, se penso na minha juventude e na minha família, recordo a intensidade da esperança por um futuro melhor.”

 “Queridos jovens, não tenhais medo de Cristo e de sua Igreja! Aí se encontra o tesouro que enche a vida de alegria. Digo-vos isto por experiência: graças à fé, encontrei o fundamento dos meus sonhos e a força para os realizar. Vi muitos sofrimentos, muita pobreza desfigurar o rosto de tantos irmãos e irmãs. Todavia, para quem está com Jesus, o mal é um desafio para amar ainda mais”.  “A exemplo dos santos, que nos abrem para os vastos horizontes de Deus, convido-os a se perguntarem em todas as circunstâncias: “Que faria Cristo no meu lugar?”.

“Na convivência entre as gerações, a missão da Igreja constrói pontes Inter geracionais, nas quais a fé em Deus e o amor ao próximo constituem fatores de profunda união”.

“Essa transmissão da fé, coração da missão da Igreja, realiza-se pelo “contágio” do amor, em que a alegria e o entusiasmo expressam o descobrimento do sentido e da plenitude da vida. A propagação da fé por atração requer corações abertos, expandidos pelo amor. Não se pode colocar limites ao amor: forte como a morte é o amor (cf. Ct 8, 6). E tal expansão gera o encontro, o testemunho, o anúncio; gera a partilha na caridade com todos aqueles que estão longe da fé e se mostram indiferentes, às vezes contrários a ela. Ambientes humanos, culturais e religiosos ainda alheios ao Evangelho de Jesus e à presença sacramental da Igreja constituem as periferias extremas, os “últimos confins da terra”, para onde, desde a Páscoa de Jesus, são enviados os seus discípulos missionários, na certeza de terem sempre o seu Senhor com eles (cf. Mt 28, 20; At 1, 8). Isso é o que chamamos de Missio ad gentes. A periferia mais desolada de todas é onde a humanidade, carente de Cristo, permanece indiferença à fé ou manifesta ódio pela plenitude divina, da vida em Deus”.

“As Pontifícias Obras Missionárias nasceram de corações jovens para apoiar o anúncio do Evangelho a todos os povos, contribuindo para o crescimento humano e cultural de muitas populações sedentas de Verdade. As orações e as ajudas materiais, que generosamente são dadas e distribuídas por meio das POM, ajudam Santa Sé a assegurar a quem recebe ajuda para suas necessidades e também, por sua vez, ser capaz de dar testemunho do Evangelho em seu cotidiano”.

“Queridos jovens, no mês missionário de outubro, em que terá lugar o Sínodo a vós dedicado, será uma nova oportunidade de vos tornardes discípulos missionários cada vez mais apaixonados por Jesus e pela sua missão, até os últimos confins da terra.”

Fonte: SIM n. 3 julho-setembro 2018 p. 5

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