Celebrar os 300 anos de Aparecida como evento missionário

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Este ano estamos celebrando os trezentos anos da Imagem de Nossa Senhora Aparecida. A Igreja do Brasil proclamou 2017 como Ano Mariano Nacional. 

A imagem encontrada pelos pescadores no rio Paraíba do Sul, em 1717, associada à pesca abundante que ocorreu logo em seguida, foi um evento análogo ao do Evangelho de João, nas águas do Mar de Tiberíades, na Galileia.

Jesus Ressuscitado apareceu e mandou Pedro e companheiros a lançar a rede do lado direito da barca. Eles, embora titubeantes, atenderam ao desconhecido, porque não reconheceram que era Jesus, e tiveram uma encantadora surpresa ao verem a rede milagrosamente cheia de peixes, depois de passarem uma cansativa noite de labuta, sem terem pescado nada (cf. Jo 21,1-14). Assim como aconteceu naquele tempo, a pesca milagrosa no rio Paraíba do Sul foi o sinal que Deus continua presente no meio de nós, não nos abandona e nos proporciona uma grande alegria.

É exatamente desta forma que Nossa Senhora missionária torna presente a realidade transformadora do Reino na vida dos pobres e dos sofredores. Maria sai do céu e se incarna no mundo da gente, assim como o “Pai sai de si para nos chamar a participar de sua vida e de sua glória” (DAp 129).

Quando rezamos o Terço, no 2º mistério gozoso, contemplamos a visita de Maria a Isabel. Foi um encontro mágico. Essa visita transformou-se na

primeira procissão de Corpus Christi e na primeira saída missionária: levar a Boa Nova de Jesus como presença de Deus no meio de nós. Essa presença provoca uma imensa alegria  renova nossas esperanças num mundo melhor para todos: “Ele derruba do trono os poderosos e eleva os humildes, aos famintos enche de bens e despede os ricos de mãos vazias” (Lc 2,52-53).

Como Maria, nós também somos convidados a participar dessa missão de levar Jesus aos outros:

só a realizamos quando saímos de nós para ir ao encontro das pessoas.