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Papa dá sinais para a criação de um Rito Amazônico


Francisco toma o Rito Congolês como referência de inculturação da liturgia que não distorce a natureza do missal.

O papa Francisco enviou uma mensagem em vídeo na manhã desta terça-feira (1º) aos participantes do lançamento do livro sobre o Rito Congolês. Nela, o pontífice deu sinais positivos à criação de um Rito Amazônico.

Primeiro e único rito inculturado desde o Concílio Vaticano II, o Rito Congolês ganhou seu reconhecimento pela Congregação para a Doutrina da Fé em 1988, com a publicação do Missal Romano para as dioceses do Zaire (antigo nome da República Democrática do Congo). Foi nesse rito, há um ano, que o papa Francisco presidiu a Eucaristia durante a celebração dos 25 anos da Capelania Católica Congolesa em Roma.

No aniversário desde ano, a editora do Vaticano (Libreria Editrice Vaticana) está lançando o livro O papa Francisco e o 'Missal Romano para as dioceses do Zaire'. A publicação, com prefácio do pontífice, tem à frente a irmã Rita Mboshu Kongo, da congregação das Filhas de Maria Santíssima Co-Redentora, professora de Teologia espiritual e formação à vida consagrada na Pontifícia Universidade Urbaniana. O volume, que visa aprofundar nessa forma da liturgia, traz em anexo o seu ritual e fotos de celebração.

Em sua mensagem para os participantes do lançamento, Francisco cita a exortação apostólica Querida Amazônia, onde relembra que "o Concílio Vaticano II já havia solicitado este esforço para inculturar a liturgia nos povos indígenas, mas mais de 50 anos e pouco avançamos nesta direção "(n. 82). Ele ainda afirma que o Rito Congolês pode servir de referência para outros esforços de inculturação litúrgica.

Leia a integra da mensagem:

Alegro-me de poder me fazer presente a vocês neste importante evento para a Igreja na África. Obrigado por me dar a oportunidade de participar deste evento da apresentação do volume sobre o Rito Congolês da celebração da Missa. Um ano após a celebração da Santa Missa que presidi no Rito Congolês na Basílica de San Pietro, a Libreria Editrice Vaticana publica um volume sobre o evento. O volume é editado pela irmã Rita Mboshu Kongo e tem como subtítulo "Um rito promissor para outras culturas". Este subtítulo indica o motivo fundamental que é a base desta publicação: um livro que é o testemunho de uma celebração vivida com fé e alegria. O significado espiritual e eclesial e a finalidade pastoral da celebração eucarística em Rito Congolês foram a base da redação do volume. Os princípios da necessidade de estudo científico, adaptação e participação ativa na liturgia, fortemente desejados pelo Concílio, guiou os autores deste volume. Sendo o primeiro e único rito inculturado da Igreja latina aprovado após o Concílio Vaticano II, a experiência do Rito Congolês de celebração da missa pode servir de exemplo e modelo para outras culturas. Uma das principais contribuições do Concílio Vaticano II foi precisamente a de propor normas de adaptação às disposições e tradições dos vários povos. Exorto-vos – como disse São João Paulo II aos bispos do Congo em sua visita ad limina Apostolorum de 23 de abril de 1988 – a se comprometerem da mesma forma com todo o ritual dos Sacramentos e os sacramentos que vocês têm em vista para completar este rito.

Lembramos o que dissemos explicitamente na Querida Amazônia: "reunir na liturgia muitos elementos da experiência dos povos indígenas em seu contato íntimo com a natureza e estimular as expressões nativas em canções, danças, ritos, gestos e símbolos. O Concílio Vaticano II já havia solicitado este esforço para inculturar a liturgia nos povos indígenas, mas mais de 50 anos e pouco avançamos nesta direção "(n. 82).

O Rito Congolês da celebração eucarística valoriza as diferentes línguas, cores, movimentos corporais, que interagem potencializando todas as dimensões da personalidade dos fiéis, sempre levando em consideração os valores específicos de cada povo.

Que esta publicação, queridos irmãos e irmãs, nos lembre que o verdadeiro protagonista do Rito Congolês é o povo de Deus que canta e louva a Deus, o Deus de Jesus Cristo que nos salvou.
Gilmar Pereira Vaticano/DomTotal


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